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Angola: Festa da Consolata na Paróquia de Funda.

ConsolataNo domingo dia 24 de junho bem cedo começaram chegar os paroquianos da Paróquia de Nossa Senhora da Consolata de Funda à sede paroquial para a celebração da sua padroeira. Assim é desde a fundação da Paróquia pelos missionários da Consolata em 2016.
A celebração principiou com a procissão com imagem da Mãe Consolata desde a comunidade da Nossa Senhora das Dores  (Leprosaria) até  à sede da paróquia. Cristãos vindos de várias comunidades congregaram-se às 7h30, momento em que teve inicio a procissão.
Chegados ao local da celebração eucarística pelas 10 horas, o Presidente da celebração, o Pe. Sylvester Ogutu, presidiu à Santa Missa concelebrada com os vigários, Pe. Heradius e Pe. Luis, junto com o Pe. Nicholas, um dominicano (queniano).
Na homilia, o P. Sylvester frisou a importância de Maria Consolata na vida de cada cristão e convidou cada um a consolar os demais depois de ser consolado por Maria. E também a imitar as virtudes de Maria tais como humildade, generosidade e disponibilidade em dar SIM ao projecto salvifico de Deus.
Foi apresentado também o projecto da futura casa paroquial e da Igreja paroquial dedicada à Consolata que se pretende construir com o apoio das comunidades cristãs de Funda.

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Missionários da Consolata de Nampula celebram festa da Consolata

Festa Consolata 0Escola Secundária Consolata de Nampula celebrou a festa de Nossa Senhora da Consolata e o dia da Escola.

No dia 22 de Junho o dia da Escola Iniciou-se com a celebração Eucarística presidida pelo Padre Abel dos Padres Dehonianos e Pároco da Paróquia de São Pedro de Nampula. Os cânticos e a animação litúrgica ficaram a cargo dos alunos da escola.

Na Paróquia de Nossa Senhora da Paz, confiada à responsabilidade dos Missionários da Consolata, a celebração da Festa da Consolata teve lugar no domingo, dia 23 de Junho. A Missa contou com a presença de um grupo de membros da Associação dos Professores Católicos de Moçambique e da comunidade paroquial. A celebração foi presidida pelo Padre Fernão Magalhães, director da Faculdade de Direito da UCM. O P. Kirikinto, pároco e director da escola Consolata, fez a homilia. Partindo da reflexão das leituras do dia, aliando ao pensamento do Fundador dos Missionários da Consolata, grande promotor da promoção humana e educativa dos povos a evangelizar, falou da educação escolar como responsabilidade implicita da tarefa de evangelizadora, como é tradição dos Missionários da Consolata em Moçambique, de modo particular no Niassa e agora também em Nampula.

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Massangulo: Missão de Nossa Senhora da Consolata celebra 90 anos de vida

90 anos 3A Missão de Nossa Senhora da Consolata de Massangulo celebra 90 anos de existência e o "Milagre de Massangulo". Foi a 20 de Maio de 1926, que o Padre Pedro Calandri, missionário da Consolata italiano, pioneiro da evangelização católica no Niassa, plantou a sua tenda no sopé do monte Massangulo e deu início à missão.
No passado Domingo, dia 24 de Junho, foram muitos os paroquianos e peregrinos de outras missões que se dirigiram a Massangulo para celebrar a Festa de Nossa Senhora da Consolata, no seu santuário, e agradecer a Deus e aos missionários da Consolata estes 90 anos  presença e evangelização. Foi uma festa muito sentida e participada e foi também uma oportunidade para recordar, agradecer e reafirmar uma evangelização tão rica de frutos quanto difícil: Evocando o passado, os fiéis renovaram o seu compromisso missionário e cristão. 

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Em memória do Padre Salvador Forner (1936-2018), Missionário da Consolata

P. SalvadorMissionário da Consolata faleceu este sábado em Maputo

Inesperadamente, o Padre Salvador Forner, Missionário da Consolata, partiu para a Casa de Deus Pai. 

Os Missionários da Consolata perderam um grande missionário e também todos quantos conviveram com ele, de modo particular no Maputo e no Niassa. Por onde passou continua a ser uma referência pelo seu testemunho de fé, inteligência e bondade.

O Padre Salvador Forner nasceu em Offanengo-Crema, no norte de Itália em 1936. Na Acção Católica amadureceu a sua fé e empenhou-se no serviço à Igreja. Sentindo-se chamado à vida sacerdotal e missionária, ingressa já adulto no Instituto dos Missionários da Consolata. Depois dos estudos de Teologia, foi ordenado sacerdote a 23 de Dezembro de 1967.

Chegou pela primeira vez a Moçambique em 1969. Aqui viveu grande parte da sua vida missionária dando o melhor de si mesmo ao serviço da missão. Nas missões de Maiaca e Majune, no Niassa, no contexto da guerra colonial, viveu momentos dramáticos e sofreu com o povo, por quem fez tudo o que estava ao seu alcance, sobretudo os mais pobres e indefesos. Em 1974 foi destinado a Portugal para trabalhar na formação de missionários nos seminários da Consolata de Abrantes e Cacém-Lisboa. Formou com o seu exemplo e rigor dezenas de jovens, um bom número dos quais chegou ao sacerdócio. Regressou a Moçambique em 1987 para trabalhar na Machava, dando um importante impulso pastoral à Paróquia da Sagrada Família. Em 1991 foi destinado a Cuamba, na diocese de Lichinga, onde durante quase 10 anos foi responsável pela cura pastoral das comunidades cristãs das missões de Cuamba e Mitúcue. Grande foi o seu empenho em favor dos refugiados de guerra civil que chegavam no pátio da casa dos padres com as mãos cheias de nada e de lá saiam com um pouco de comida, uma enxada e uma manta. Foi benfeitor generoso de centenas de órfãos e crianças mal-nutridas no Centro Nutricional de Cuamba. Dotou Cuamba com uma das primeiras e melhores escolas secundárias do Niassa, a Escola Padre Eugénio Menegon. No ano 2000 voltou a Maputo para trabalhar nas paróquias de Liqueleva e Liberdade e em 2009 regressou ao Niassa, então para trabalhar na missão de Massangulo.
A partir de 2015 prestou um humilde e generoso serviço na Casa Regional dos Padres da Consolata e na Paróquia dos Mártires do Uganda.
O padre Salvador acreditou e trabalhou. Em tudo amou e serviu vivendo totalmente para os outros, nunca pedindo nada em troca, nem mesmo qualquer tipo de reconhecimento humano.
Dizia o Beato Allamano que o sacerdote é sobretudo o homem da caridade; ele é padre mais para os outros do que para si mesmo. Durante a sua vida missionária o padre Salvador inspirou-se nesta regra de vida e incarnou-a na sua acção. Fez o bem, sem alarde ou procura de visibilidade

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TETE: Catequistado São Barnabé e São Paulo de Uncanha

formazioneMissão de Uncanha aposta na formação de Catequistas

Esta missão, até há pouco tempo abandonada no distrito da Marávia, retomou a sua actividade com uma vocação particular: formar famílias de catequistas para três grandes missões confiadas aos Missionários da Consolata na Diocese de Tete: Fingoè, Uncanha e Zumbo-Miruro.
Os padres visitaram todas as comunidades espalhadas no imenso território, 29.000 km2, com uma população de 200.000 habitantes; organizaram encontros e cursos de formação para os catequistas. Tal não era ainda suficiente. As comunidades cristãs são muitas, 180 no total, e nas aldeias as pessoas pedem para conhecer Jesus e a Igreja Católica. Foram escolhidas e enviadas pelas comunidades de origem e pelos missionários 11 famílias para iniciar  formação. Partiram 2 da missão de Zumbo-Miruro, 7 da Missão de Uncanha e 2 da Missão de Fingoè. As comunidades empenharam-se com os seus magros recursos na construção das casas do catequistado e na manutenção, através do envio de comida, das famílias.

Os missionários de Fingoè, Padres Carlos Biella, Jacinto Mwallongo, Romão João e Franco Gioda, as Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, o seminarista diocesano Joel Finiasse, os catequistas formados no Centro Catequético do Guiúa ajudam os catequistas no seu caminho de formação (Bíblia-catequese-promoção humana), de espiritualidade (momentos quotidianos de oração), de comunhão (famílias unidas pela vocação apostólica) e de missão (empenho pastoral nas comunidades próximas do catequistado).
Parte-se com a convicção de que são os catequistas os verdadeiros missionários porque estarão presentes na realidade quotidiana das suas comunidades. Serão esses a ajudá-las a acolher a Palavra de Deus, a estar próximo dos pobres em nome de Jesus. É importante que acolham Jesus na sua própria vida, caminhem em comunhão com a Igreja e sintam a exigência de “anunciar a todos” quem encontraram e o que estão vivendo.

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