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Capitulo Geral: Milagre de Nipepe e Beata Irene Stefani são tema de Palestra do Padre Giuseppe Frizzi

20170526 74511Capítulos gerais dos Missionários e das Missionárias da Consolata reflectem sobre o tema: Missão e santidade. A Beata Irene Stefani e o milagre de Nipepe.

Os capitulares de Moçambique apresentaram a Beata Irene à luz da sua “visita” a Nipepe, no Niassa, durante a guerra civil, quando por sua intercessão aconteceu o milagre da multiplicação da água. O testemunho foi dado pelo padre Giuseppe Frizzi, missionário da Consolata que trabalha em Moçambique desde 1975.
Padre Frizzi fez a apresentação de diversos desenhos e pinturas executados pelos alunos da Escola de Artes e Cultura Xirima-Macua de Maúa, no Niassa. A análise dos desenhos simbólicos sobre a Beata Irene Stefani e o milagre de Nipepe exprimem a visão e o sentimento que as comunidades cristãs têm em relação a Beata Irene, missionária da Consolata falecida no Quénia, e beatificada em 2015.
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Missão de Santa Isabel do Guiúa inaugura Capela na Comunidade de Ngala

Ngala 008No Domingo, dia 14 de Maio, a comunidade cristã de Santo Agostinho de Ngala inaugurou a sua igreja recentemente construída.


Uma igreja em alvenaria, grande, robusta e bonita era um sonho antigo. Algo que parecia impossível para uma comunidade pobre e isolada.
A comunhão de vontades e esforços permitiu realizar o sonho. Hoje os católicos sentem-se orgulhosos da sua nova igreja para a qual contribuíram com os seus parcos haveres e agradecem àqueles que de longe ajudaram com as suas ofertas.

Num clima de grande festa, Dom Adriano, Langa, Bispo de Inhambane, presidiu à Missa de benção e inauguração da igreja.  Foram muitos os que vieram de perto e de longe para agradecer a Deus esta Sua nova casa.

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Missionários da Consolata Reunem em Capítulo Geral

Capitulo2Teve início hoje em Roma o XIIIº Capítulo Geral dos Missionários da Consolata.

O Capítulo Geral, convocado de seis em seis anos, é a assembleia dos representantes do Instituto dos vários países onde os Missionários da Consolata trabalham no mundo. Tem como objectivo examinar a vida e actividade missionária e definir as orientações e normas para o futuro. São 46 os participantes e trabalham na Europa, África, América e Ásia.
Representam Moçambique o superior regional, Padre Diamantino Antunes, e é delegado o Padre Pedro Elias Sisto
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Colombia: Missionário da Consolata Moçambicano ordenado Diácono

IMG 0338Leovigildo Carlos Usssene, recebeu no passado dia 13 de Maio, em Boaventura, na Colômbia, a ordenação diaconal pela imposição do Bispo de Buenaventura.

 A ordenação decorreu num clima de oração e de festa e foi testemunhada pela comunidade cristã local. A ordenação diaconal foi precedida pela Profissão Perpétua.
O Diácono Leovigildo continuará a realizar o seu estágio pastoral na Paróquia de São Martino de Porres, na Colômbia até ao regresso a Moçambique para a ordenação sacerdotal.
Leovigildo Carlos é natural de Mandimba-Niassa, Diocese de Lichinga, onde nasceu em 16 de Março de 1985. Actualmente a sua família reside em  Majune. Iniciou a formação nos Missionários da Consolata  em 2006, ao ingressar no seminário propedêutico Beato José Allamano de Nampula. Depois realizou os estudos de Filosofia no Seminário da Matola. Em 26 de Dezembro de 2012, depois do ano de noviciado emitiu a profissão religiosa no Instituto Missionário da Consolata. Realizou os estudos de Teologia no Seminário dos Missionários da Consolata de Bogotá.

 

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Centenário das Aparições de Fátima e os Missionários da Consolata

FMP08800Fátima e os Missionários da Consolata

8 anos após as aparições de Nossa Senhora em Fátima os primeiros Missionários da Consolata chegaram a Moçambique.

Os registos das aparições e da mensagem de Fátima entre os Missionários da Consolata em Moçambique tardam a chegar.

Só a partir de 1946, é que os missionários e missionárias da Consolata destinados a Moçambique têm passagem obrigatória por Fátima, antes de embarcarem , para o estudo da língua portuguesa.

Já em 1925, alguns dias depois do desembarque do primeiro grupo de missionários em Moçambique, o Padre João Chiomio, escrevendo ao Vice-Superior Geral, Mons. Filipe Perlo, sugeria a ida de missionários da Consolata para Portugal, para uma melhor aprendizagem da língua e superação de alguns obstáculos burocráticos.  Seria o Acordo Missionário, de Maio de 1940, entre a Santa Sé e o Governo português, a abrir o caminho para a fixação dos missionários em Portugal. A Santa Sé convidou o Instituto a fundar aqui uma casa apostólica de recrutamento e de formação. Tal casa deveria servir também para a permanência temporânea dos missionários destinados a Moçambique e, no futuro, ao acolhimento e formação de seminaristas moçambicanos. Fátima S
No dia 10 de Junho de 1943 o Padre João De Marchi chegou a Portugal iniciando a presença dos Missionários da Consolata em Fátima. Foi a primeira congregação religiosa a instalar-se próximo do santuário da terra que hoje é considerada “altar do mundo”. O Padre De Marchi, durante os primeiros meses passados em Fátima, entre junho e outubro de 1943, não podendo abrir de imediato o seminário da Consolata, dedicou-se com afinco ao estudo do português.
Atraído pela mensagem de Fátima, o Padre De Marchi dedicou-se ao seu estudo, contando pessoalmente com os familiares dos três videntes de Fátima para redigir muitas notas, recolher material de primeira mão, através de longos diálogos com a irmã Lúcia, com os pais de Jacinta e Francisco e outros familiares dos pastorinhos e testemunhas. Em 1945 publica o livro Era uma Senhora mais Brilhante que o Sol, aquela que é uma das obras de referência sobre Fátima. Um trabalho de trezentas páginas que se transformaria num “best-seller”, traduzido em diversas línguas. O Padre De Marchi, a partir de Fátima e nos Estados Unidos, foi um grande difusor da mensagem de Fátima internacionalmente.

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