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Ensino primário moçambicano será ministrado nas 16 línguas nativas a partir de 2017

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O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano de Moçambique anunciou há dois dias que o ensino primário vai usar as 16 línguas nacionais a partir de 2017, ao lado do português, para facilitar o ensino às crianças moçambicanas.

A decisão de introduzir o ensino bilingue nas escolas primárias moçambicanas foi divulgada pela diretora nacional do Ensino Primário, Antuía Soverano, durante o Seminário de Revisão Linguística dos Planos Analíticos do Ensino Bilingue, que está a decorrer na capital moçambicana.
"O ensino primário pode ser lecionado monolingue e também na modalidade bilingue, onde as crianças começam o processo de socialização e aprendizagem na sua língua materna e depois têm a transição para a língua de instrução após consolidarem os conhecimentos e capacidades na sua própria língua", afirmou Soverano, explicando as vantagens da introdução do sistema bilingue.
 

Com a inovação, assinalou a fonte, o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, pretende melhorar os resultados no ensino primário, promover a interação na escola e agilizar o processo de socialização dos alunos.

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D. Elio Greselin Despede-se do Niassa

D. Élio2Diocesede Lichinga despede-se do seu Bispo Emérito

No passado dia 15 de Março, celebrou-se na Catedral de São José da Diocese de Lichinga a missa de despedida de Bispo Dom Elio Greselin, depois de cinco anos de serviço à igreja local. A missa foi bem participada, além da presença das três paróquias da cidade de Lichinga, Catedral, Cerâmica e Nzinje), contou-se também com a participação dos párocos de Metangula,  Nipepe, Mwembe, Metarica e Cobue. Estiveram igualmente presentes várias comunidades religiosas e Leigos de diferentes lugares do Niassa.
A saúde de Dom Elio é estável, e ao que parece, neste regresso ao Niassa, parece ter recuperado também o seu bionito sorriso com que sempre acolheu toda a gente.

Depois da missa, houve um almoço, seguido de um tempo de convívio na casa do Senhor Bispo, vivido e participado num ambiente fraterno.

 

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P. Carlo Biella chega a Maúa

Maua Biella

P. Frizzi, acolhe novo missionário na Missão de Maúa

Depois de um mês sozinho e aguentando o ritmo e as actividades das missões de Maùa e Mayaka, o pe. Frizzi acolheu o substituto do pe. Edilberto, nomeado pároco de Nzinje em Lichinga. Trata-se do pe. Carlo Biella, vindo de Itália, mas que já havia trabalhado em Moçambique e no Niassa, em Mecanhelas, Cuamba, Mitucue e Metarica.
O início do mês de Fevereiro foi marcado com os conselhos paroquiais das duas realidades assistidas pela comunidade IMC: Maùa e Mayaka, que  reunem um total mais de uma centena de animadores.
Com a chegada dos jovens, que frequentam os lares, o ambiente da paróquia de Maùa transformou-se. Os "laristas" trazem vida ao dia a dia e na liturgia quotidiana. Os dois internatos (masculino e femenino) têm 65 jovens (38 rapazes e 27 meninas) vindos das comunidades longínquas e também de outros distritos. Um bom sinal do apreço por esta obra e pelo acompanhamento que lhe é prestado. Os mesmos laristas reconhecem e valorizam as propostas formativas, comunitarias e espirituais alèm da parte académica. O tempo é de reinserção e muito trabalho.

 

 
Chuvas Intensas isolam o Gurué

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Bispo do Gurué, D. Francisco Lerma, deixa-nos um relato na primeira pessoa, sobre as chuvadas no Gurué, depois de passar oito dias incomunicável

"Passei oito dias totalmente incomunicavel  em todos os sentidos: por estrada, por internet ou por telefone fixo ou móvel.
Os rios que correm  nesta nossa gografia separaram-nos completamente em muitos casos.
Saí do Gurúè na passada quinta feira, dia 5 de março, acompanhado por vários sacerdotes, em direcção às Paróquias de Naburi, Mualama e Pebane, no extremo sul da Diocese, junto ao Indico.
Saímos muito cedo naquele dia, para chegarmos a uma boa hora. Tínhamos à nossa frente quase 500 kms. Mas, encontramos enormes dificuldades no caminho: Cortes de estrada, acidentes, lama, pontes caídas. Enterramos o carro mais de cinco vezes e não pudemos chegar ao destino que era Mualama e Naburi. As águas dos ríos não permitiam a passagem. À uma e meia da madrugada do día seguinte, sexta-feira 6 de Março, chegamos a Pebane, depois de 17 horas na estrada.
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Seminaristas Moçambicanos no Seminário de Bravetta em Roma

SeminaristasSeminaristas Moçambicanos, que frequentam o seminário Teológico de Bravetta, dão testemunho a partir de Itália.

Ao todo, são  quatro os seminaristas de Moçambique que estudam Teologia no seminário de Bravetta-Roma:

O Eugénio da Teresa Uiliamo, da paróquia Nossa Senhora de Fatima-Vilankulos, Inhambane, é o mais recente destinado à região de Itália. Chegou a Roma em fevereiro deste ano e está a aprender a língua italiana.

Segue-se o Eugénio Bento Cristóvão, da paróquia Santa Maria, Entre-Lagos - Mecanhelas, no Niassa e o Noé João Moreno, da paróquia Nossa Senhora de Boa Viagem-Nacala, Nampula, que cursam ambos o primeiro ano de teologia.

E, finalmente, o Célio João Fumo, da paróquia Sagrada Familia-Machava, em Maputo, que frequenta o segundo ano de teologia.

Depois da formação em Moçambique, primeiro no seminário propedeutico de Nampula e depois no noviciado, todos fizeram a primeira profissão religiosa em Laulane e, foram sendo destinados a Roma para os estudos teologicos. Veja aqui o seu testemunho.

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